😱 A arena inteira caiu na gargalhada quando o menino miúdo desafiou o gigante invicto… até que o campeão viu o que pendia no pescoço da criança e de repente esqueceu como se respirava.

😱 A arena inteira caiu na gargalhada quando o menino miúdo desafiou o gigante invicto… até que o campeão viu o que pendia no pescoço da criança e de repente esqueceu como se respirava.

Ninguém sabia como o menino tinha entrado no ringue.

Um momento, a multidão dentro da imensa Nova Crown Arena vociferava pelo lutador mais perigoso do país, e no segundo seguinte uma criança de dez anos com uma jaqueta azul e amarela estava descalça — perigosamente perto do desastre — sob as luzes brancas, olhando para cima para um homem grande o suficiente para quebrar o ringue só pisando errado.

Seu nome era Magnus Veyr.

Os fãs o chamavam de Iron Magnus, porque em sete anos ninguém o havia encostado, ninguém o havia forçado a desistir e ninguém nunca o tinha feito parecer com medo. Era uma montanha de músculos, careca, de barba preta, com uma tatuagem em um ombro e um sorriso que costumava aparecer justo antes de outro homem adulto bater no chão.

Do outro lado estava Niko Arden, um menino tão pequeno que a corda superior ficava quase na altura dos seus ombros.

O árbitro Luis Moreno se apressou para a frente com pânico nos olhos.

«Garoto, você não pode estar aqui», disse ele, tentando soar gentil enquanto as câmeras fechavam o enquadramento. «Onde estão seus pais?»

Niko não lhe respondeu.

Ele apenas olhava para Magnus.

Por dois segundos, até a multidão pareceu não saber o que fazer.

Então Magnus jogou a cabeça para trás e gargalhou.

O som rolou pela arena como um trovão, e isso foi tudo o que o público precisava. Milhares de pessoas explodiram em risada. Alguns apontavam. Outros filmavam. Outros gritavam piadas das primeiras filas. Um homem perto da grade berrou que o menino havia se perdido de uma festinha de aniversário.

Magnus se inclinou para a frente, mantendo as suas enormes botas fincadas no tatame, e sorriu de cima para ele.

«Você perdeu sua mamãe, garotinho?» disse ele, alto o suficiente para os microfones captarem. «Vai embora antes que eu te pise.»

A arena explodiu de novo. 😂

Mas Niko não sorriu.

Não correu.

Não piscou sequer.

Simplesmente ergueu o queixo e disse: «Não. Eu quero lutar.»

Foi aí que a risada mudou.

No começo, as pessoas riram ainda mais forte, porque a frase era absurda. Um menino de dez anos desafiando o lutador mais temido do planeta soava como algo saído de um vídeo de pegadinha. Mas então as câmeras se aproximaram, e as telões acima do ringue mostraram o rosto de Niko.

Não havia nenhuma brincadeira nos seus olhos.

Havia apenas medo trancado atrás de algo mais forte.

Luis se pôs entre os dois rapidamente, erguendo as duas mãos.

«De jeito nenhum», disse ele. «Acabou. Segurança!»

PARTE 2

Dois seguranças começaram a subir no tablado, mas Niko de repente enfiou a mão na jaqueta e tirou uma corrente fina de prata.

Na ponta dela pendia um pingente de metal arranhado em forma de asa quebrada.

Magnus parou de sorrir.

Aconteceu tão rápido que as pessoas na primeira fila perceberam antes dos comentaristas. Um segundo o campeão estava zoando do garoto. No segundo seguinte, cada músculo do seu rosto tinha se imobilizado.

Os seguranças congelaram.

Luis olhou do pingente para Magnus.

«Magnus?» perguntou ele baixinho.

O gigante não respondeu.

Seus olhos estavam pregados no colar como se ele tivesse saído do passado e o agarrado pela garganta.

Niko o apertou mais forte.

«Minha mãe disse que o senhor ia reconhecer», ele disse.

A arena ficou estranhamente em silêncio, o que parecia impossível com tanta gente lá dentro.

Magnus engoliu em seco.

«Quem te deu isso?» perguntou ele, e a voz já não estava mais alta.

«Meu pai.»

A mandíbula do campeão se contraiu.

«Qual era o nome dele?»

Niko tomou um fôlego que fez seus ombros pequenos subirem e descerem.

«Emil Arden.»

Uma onda de confusão percorreu o público, porque a maioria das pessoas não conhecia o nome, mas os fãs mais antigos conheciam. Alguns homens perto do ringue pararam de filmar. Uma mulher na segunda fila cobriu a boca com a mão. Em algum lugar atrás da mesa dos comentaristas, um dos produtores sussurrou algo no headset.

Magnus recuou um passo.

Não para frente.

Para trás.

Pela primeira vez na carreira, o gigante invicto parecia abalado.

Anos antes, antes das luzes brilhantes e do cinturão de campeão, antes dos jatos particulares e das multidões aos gritos, Magnus Veyr não era ninguém. Era um lutador quebrado que dormia em academias, comia sobras frias e tentava se convencer de que a dor significava progresso.

Emil Arden era o único homem que havia acreditado nele.

Emil o havia treinado, protegido e certa vez levou uma surra que era para Magnus depois de uma briga nos bastidores com as pessoas erradas. A lesão acabou com a carreira de Emil. Magnus virou estrela. Emil desapareceu.

E agora o filho de Emil estava no ringue.

Usando o pingente que Magnus havia dado ao seu amigo na noite em que prometeu, com lágrimas nos olhos, que nunca o esqueceria.

A voz de Niko tremeu, mas ele forçou as palavras a saírem.

«Minha mãe está doente», disse ele. «Ela me disse para não vir, mas eu a ouvi chorar porque o hospital disse que não podia mais esperar.»

Ninguém na arena se mexeu.

Niko olhou para o gigante.

«Ela disse que meu pai salvou sua vida uma vez. Disse que se o senhor ainda fosse o homem em que ele acreditava, nos ajudaria.»

Magnus fechou os olhos.

As câmeras capturaram tudo.

As rugas do sorriso desaparecendo do seu rosto. O suor na testa. A forma como suas mãos enormes abriam e fechavam devagar, como se ele não soubesse o que fazer com elas.

Então Niko disse a frase que deixou a arena inteira gelada.

«Mas quando eu te encontrei, me disseram que você se recusava a responder às cartas dela.»

Magnus abriu os olhos.

A multidão arfou.

Luis se virou para ele, atônito.

Magnus sacudiu a cabeça uma vez, quase com violência.

«Nunca recebi nenhuma carta.»

Niko o encarou.

«Minha mãe mandou doze.»

O campeão olhou em direção à rampa de entrada.

Lá em cima, bem acima do ringue, em um camarote privativo de luxo atrás de vidros escurecidos, um homem de terno escuro de repente se levantou.

Apenas uma câmera o capturou.

Magnus também o viu.

Seu empresário, Dorian Vale.

O mesmo homem que controlava seus contratos, sua imagem pública, seu dinheiro e cada mensagem que chegava até ele.

Pela primeira vez naquela noite, Magnus não estava olhando para Niko.

Estava olhando para o homem que havia construído um império ao redor dele.

Dorian ergueu o celular devagar até o ouvido.

Então cada tela da arena ficou preta. ⚠️

Os microfones cortaram.

As luzes acima do ringue piscaram.

Um segurança perto da rampa tocou o fone de ouvido e começou a correr em direção à saída.

Niko olhou para Magnus, confuso e assustado.

«O que está acontecendo?»

Magnus se ajoelhou diante do menino, seu corpo imenso o protegendo das câmeras, da multidão e de tudo o que se movia nas sombras além do ringue.

Sua voz saiu baixa o suficiente para que só Niko e Luis pudessem ouvi-la.

«Seu pai não te mandou aqui para lutar comigo.»

Niko sussurrou: «Então por quê?»

Magnus olhou para o camarote escuro.

«Porque ele sabia que eu era o único grande o suficiente para lutar contra eles.»

E bem naquele momento, as portas da arena se fecharam com estrondo. 😳

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